A proposta do Bacharelado em Direito combina formação jurídica generalista, visão crítica e prática desde a graduação. O currículo foi estruturado para aproximar estudantes de situações reais da profissão, com metodologias ativas, atividades de extensão e experiências no Núcleo de Práticas Jurídicas (NPJ).
Vale dizer que a graduação também incorpora tecnologias e metodologias contemporâneas, como:
A graduação é indicada para quem se interessa por leis, justiça, resolução de conflitos, políticas públicas e relações sociais. A proposta atende estudantes que buscam desenvolver argumentação, pensamento crítico, comunicação e capacidade de analisar problemas jurídicos sob diferentes perspectivas.
Depois de concluir a graduação e cumprir os requisitos específicos de cada carreira, o bacharel pode seguir caminhos na advocacia, consultoria empresarial, departamentos jurídicos, mediação, conciliação e arbitragem. Também pode buscar carreiras públicas, pesquisa, pós-graduação e atuação acadêmica.
A matriz curricular proposta une fundamentos jurídicos, prática profissional, tecnologia e questões regionais. Ao longo da graduação, estudantes terão contato com diferentes temas, como:
A formação também prevê 480 horas de estágio supervisionado e 410 horas de extensão curricularizada, além de TCC e atividades complementares. As experiências práticas incluem projetos com a comunidade e atividades no NPJ, aproximando o aprendizado das demandas profissionais.
A remuneração na advocacia varia conforme área de atuação, experiência, região, tipo de vínculo e especialização. O bacharel em Direito também pode seguir outras carreiras jurídicas, inclusive no setor público, cada uma com requisitos e remunerações próprios.
Segundo o Portal Salário, com base em dados do CAGED, um advogado generalista recebe em média R$ 5.698,38 por mês no Brasil, considerando jornada média de 41 horas semanais. A faixa pesquisada vai de R$ 2.364,93 a R$ 11.187,48 em vínculos formais.
Especialização, experiência, domínio de tecnologias, capacidade de negociação e atuação em áreas estratégicas podem ampliar as possibilidades de carreira e remuneração ao longo do tempo.
A proposta do curso busca desenvolver competências para interpretar normas, elaborar peças e pareceres, construir argumentos e analisar fenômenos jurídicos e sociais de forma crítica. Estudantes também serão preparados para utilizar ferramentas digitais e recursos de inteligência artificial na pesquisa, organização e resolução de problemas jurídicos.
Além da formação técnica, o curso pretende fortalecer ética, comunicação, liderança, empatia, trabalho em equipe, resiliência e gestão de conflitos. A formação no Sistema Multiportas também amplia o contato com negociação, mediação, conciliação e arbitragem.
Um dos principais diferenciais é a presença de temas ligados ao Amapá e à Amazônia Legal de forma estrutural no currículo. A proposta inclui conteúdos sobre povos originários, comunidades indígenas e quilombolas, Direito de Fronteira com a Guiana Francesa, bioeconomia, licenciamento ambiental e desenvolvimento regional.
Outro destaque é a integração entre prática e tecnologia. O curso prevê um Núcleo de Práticas Jurídicas para atividades simuladas e reais, além de recursos digitais e metodologias que colocam estudantes no centro do aprendizado.
A proposta também contempla:
O Bacharelado em Direito da Faculdade Integrado de Macapá obteve conceito 5 na avaliação regulatória do Ministério da Educação (MEC).
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Advogada e professora universitária, bacharel em Direito pela Estácio/FAMAP, especialista em Advocacia Trabalhista e em Micropolítica da Gestão e Trabalho em Saúde. Atualmente, cursa especializações em Direito Marítimo e em Gestão Executiva de Petróleo e Gás com ênfase em Direito. Professora da Universidade da Amazônia (UNAMA) e advogada inscrita na OAB/AP desde 2011, possui experiência na advocacia, Administração Pública e gestão de projetos, com atuação no Governo do Estado do Amapá e no Município de Macapá. É Coordenadora-Geral do Projeto SANEAR Amazônia, pela Associação Nossa Amazônia (ANAMA), e Presidente da Comissão Especial de Direito Marítimo da OAB Amapá, além de integrar a Comissão Especial de Direito Marítimo e Portuário do Conselho Federal da OAB. Atua nas áreas de Direito Marítimo e Portuário, Direito Público, Amazônia, sustentabilidade, Economia do Mar, petróleo e gás, políticas públicas e desenvolvimento regional, com participação em eventos e palestras de âmbito nacional.
Currículo Lattes